Dois corpos de bebês foram trocados na
Maternidade Peregrino Filho, em Patos, Sertão paraibano, neste domingo
(2).
Uma das famílias percebeu o erro ao chegar em casa com o corpo da criança, que tinha morrido com poucos dias de nascida no hospital.
A direção da unidade admitiu a falha e informou que vai apurar as responsabilidades no caso.
Segundo denunciou o pai da criança, o
filho nasceu prematuro no dia 25 de janeiro e morreu após passar nove dias na
Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da maternidade de Patos. A família voltou à
unidade de saúde e destrocou os corpos. Porém, não foi realizado nenhum exame ou
procedimento que confirmasse se eles estavam levando embora a criança
certa.
"Minha esposa percebeu quando chegou em
casa. Viu que a pulseirinha tinha sido trocada, porque a da minha criança estava
rasgada e a pulseira do bebê que levei para casa tinha outro nome", disse o
ajudante de pedreiro Tiago Lustosa.
No atestado de óbito, a causa da morte também não ficou clara, segundo a família. O caso foi registrado também na Polícia Civil. A direção da unidade confirmou o erro, abriu sindicância para apurar o procedimento de uma técnica de enfermagem e uma assistente social que estavam no plantão do dia em que o corpo foi liberado.
No atestado de óbito, a causa da morte também não ficou clara, segundo a família. O caso foi registrado também na Polícia Civil. A direção da unidade confirmou o erro, abriu sindicância para apurar o procedimento de uma técnica de enfermagem e uma assistente social que estavam no plantão do dia em que o corpo foi liberado.
"A família levou o corpo, mas deveria
ter aguardado a declaração de óbito. Nem eles tiveram o cuidado de conferir nem
a técnica de enfermagem, que é quem entrega a certidão e, a meu ver, é quem tem
a responsabilidade maior e também não conferiu", explicou o diretor geral da
maternidade Paulo Sérgio França.
Fonte: G1

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