Na infância, morando em Campina Grande,
Givanildo Vieira de Souza gostava de futebol e de desenhos
animados.
Ele não imaginava que o seu futuro já
estava se projetando.
Givanildo se tornaria um grande jogador
e seria conhecido por um apelido que foi buscar num herói da TV. Hulk – o
paraibano que conquistou torcedores dentro e fora do Brasil e que é uma das
esperanças da nossa seleção na Copa do Mundo que começa hoje à tarde em São
Paulo, quando o Brasil enfrenta a Croácia.
Hulk, o atacante que tem a força como
uma de suas características em campo, teve uma infância difícil. Seus pais, Seu
Gilvan e Dona Maria do Socorro, não podiam pagar a escolinha onde o garoto
treinava, mas o técnico José Alberto Costa, o Mano, apostou nele e bancou a sua
permanência. A mãe relata que o menino Givanildo gostava de comer bem e que daí
vem seu corpo avantajado.
O apelido veio da força, do corpo
avantajado, mas também da admiração dele pelo personagem. Quando criança, ele
chegou a dizer ao pai que era o próprio Hulk. Na vida real, virou um herói de
verdade. Em casa, para os amigos, entre os seus conterrâneos.
Pouco conhecido do público brasileiro
antes de brilhar na Europa, Hulk jogou no Vitória entre 2004 e 2005. Passou pelo
futebol japonês e em seguida se transferiu para o Porto. A estreia na seleção
brasileira, em 2009, veio como consequência de sua atuação em
Portugal.
Atuando pelo Zenit, o atacante Hulk foi
eleito o melhor jogador do campeonato russo na temporada 2013/2014. Mesmo que
sua equipe só tenha conseguido o vice-campeonato, Hulk recebeu 65 pontos na
votação e ficou à frente de dois jogadores da equipe campeã, o CSKA de
Moscou.
No Brasil, Hulk conquistou em
definitivo o torcedor por sua atuação na Copa das Confederações, em 2013, quando
a nossa seleção disputou a final contra a Espanha e ficou com o
título.
Fonte: Jornal da
Paraíba

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