Inicialmente urge informar que em
2013 durante a administração do antigo gestor, realmente é de fácil observância
junto ao sistema do SAGRES, base de informação e controle do Tribunal de Contas
do Estado da Paraíba, que no mês de setembro de 2013 apenas constava a
contratação de 14 servidores.
Ocorre que, diferentemente do que
as informações podem fazer acreditar, estas estão eivadas de vícios, posto que
para o órgão de controle existia apenas 14 contratações, quando na realidade
havia uma distorção na classificação da despesa pública, a qual era registrada
contabilmente como prestação de serviços, quando na realidade tratava-se de
contratação de pessoal, ou seja, para o sistema do SAGRES quando a despesa era
classificada como prestação de serviço havia a distorção do índice de pessoal.
E mais, quando a atual gestão
iniciou suas atividades foram realizados mais de 50 rescisões contratuais, o
que de plano demonstra a intenção de macular a análise das aplicações dos
gastos com pessoal do antigo gestor, estas rescisões se deram em face das
inúmeras irregularidades encontradas nos termos contratuais.
Só a título de exemplificação, um
pedreiro foi contrato como prestador de serviço, quando deveria ter sido
contratado para atender a excepcionalidade pública por um prazo de 6 (seis)
meses, podendo ser prorrogado por apenas igual período, além disso aqueles que
eram contratados com finalidade de
substituição de efetivos, como no caso de férias, deveriam receber o salário
mínimo e faz parte do rol das despesas de pessoal e não de prestação de
serviços como normalmente ocorria. O exposto resta comprovado por uma simples
consulta ao sistema SAGRES que no período de janeiro a meados de outubro de
2013 foi pago a título de prestação de serviço, de forma distorcida, o montante
de R$ 739. 207, 58.
Outro ponto que foi abordado
pelas informações, versa sobre o pagamento de serviços de consultoria,
afirmando para tanto que o valor das despesas do município no início de 2014 é
superior ao de outros municípios próximos. Mais uma vez, é latente o
desconhecimento da verdade dos fatos por algumas pessoas, na ânsia de denegrir
a imagem dessa Administração, vez que só de janeiro ao início de outubro de
2013, ou seja, em apenas 10 meses, a gestão anterior gastou mais de R$ 136 mil em
assessoria.
Além disso, trazemos ainda à
baila, esclarecimentos a respeito do abono salário família, vez que conforme o
disposto na Portaria Interministerial MPS/MF nº 19, de
10/01/2014, o valor pago é definido pela renda do segurado, ainda de acordo com
o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para aqueles que ganham até R$
682,50 é devido o pagamento de R$ 35,00 por filho, já para o trabalhador que receber
entre a faixa de renda de R$ 682,51 até R$ 1.025,81, o valor do salário-família
passa a ser de R$ 24,66 por filho, passando
a ser indevido o referido abono para aqueles trabalhadores que recebem a partir
de R$ 1.025,82.
Por
fim, os aludidos esclarecimentos têm como finalidade mostrar a população
boaventurense o respeito e o compromisso que a prefeita Leonice Lopes tem com
os cidadãos, mas principalmente com sua administração.
Fonte: BoaVenturaOnline com Assessoria
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