sábado, 3 de janeiro de 2015

Delegado faz revelações que indicam quem executou o casal dentro da caminhoneta, em Conceição-PB


Depois de ouvir vários familiares de uma das vítimas do duplo homicídio ocorrido nesta quinta-feira (1º), na cidade de Conceição-PB, o Delegado da Polícia Civil, Glauber Fontes, responsável pelo caso, indiciou, Wellington Cândido Feijó da Silva, 33 anos, residente na cidade de Cardoso, São Paulo, como possível autor do crime.

As vítimas, José Carlos Rodrigues de Moura, natural da cidade de Santa Inês-PB e Elissandra Fernandes Felix, natural de Iraquara-BA, foram mortas a tiros na manhã desta quinta-feira (1º), na Rodovia PB-404 que liga a cidade de Conceição ao Estado do Ceará.


O acusado foi preso, cerca de 1 hora depois do crime. Ele estava seguindo para a cidade de Mauriti (CE) a pé, porém nega a sua participação.

De acordo com o Delegado Glauber Fontes, as provas da participação do acusado, que até então era tido como suspeito, pelas circunstâncias em que foi preso, começaram a surgir após o colhimento de depoimentos de familiares de uma das vítimas. Segundo o Delegado, Wellington e as vítimas já se conheciam do estado de São Paulo.

Ainda de acordo com o delegado, o acusado teria se encontrado com as vítimas e seguido viagem no mesmo veículo, uma S-10 de cor Branca, com placas de São Bernardo do Campo-SP. À altura do sítio Lira, ele teria executado o casal, dentro do veículo, em seguida tentado voltar para a cidade, pedindo carona na pista.

Os motivos, razões e circunstâncias do crime ainda estão sendo investigados pela polícia. O acusado negou qualquer participação no crime e alega que estava na pista, depois que saiu de uma festa, no Centro Cultural de Conceição e naquele momento desejava ir para a cidade de Mauriti.

Depois de interrogado, o acusado foi transferido para a Central de Polícia de Patos, por medida de segurança.

O crime não foi totalmente esclarecido, havendo dúvidas por parte da população sobre o envolvimento do acusado, que nega qualquer envolvimento com o crime. No ato de sua prisão, a polícia não encontrou nenhuma arma.

O delegado já pediu a quebra de sigilo telefônico do acusado e das vítimas, afim de tentar confrontar, possíveis ligações, entre eles. O exame residugráfico também já foi encaminhado. Novas investigações estão sendo feitas pelo competente delegado Glauber Fontes.


Fonte: Vale do Piancó Notícias

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