As
sessões ordinárias da Câmara Municipal de Itaporanga tem sido o cenário
ideal para articulação de cunho político, de denúncias infundadas e
principalmente críticas injustas a pessoas íntegras, vindas daqueles que
usam o cargo para fazer a política suja e arcaica a qual estão
acostumados.
E
para tal, vale todo tipo de postura, o que fala e os que resmungam,
desrespeitando até mesmo o público presente, inclusive usar fofocas e
palavras inadequadas, deixando de lado o real objetivo de uma
administração voltada para as necessidades da população.
Dessa
forma mais uma vez a fala é usada como arma que fere, como objeto de
acusação que retrata interesses pessoais, traumas e vontades antigas de
pessoas que sempre usaram o poder para o enriquecimento próprio e só por
isso pensam que todos são iguais.
Pois
bem, na sessão da última quinta-feira (6), ao usar a tribuna da câmara,
o vereador Ricardo Pinto denunciou que a Prefeitura de Itaporanga
repassou o valor de 18.900,00 para uma empresa de comunicação, que
conforme o vereador, a referida empresa fica situada dentro de um motel.
Ora,
percebe-se que o parlamentar não tem o menor conhecimento do que fala, e
pensa que as pessoas estão obrigadas a dar credibilidade à tamanha
asneira. A Empresa de Comunicação e Cerimonial Rilmara Galvão, prestou
serviço à Prefeitura Municipal de Itaporanga durante oito meses e
conseqüentemente foi ressarcida pelos seus feitos, a Prefeitura
Municipal centralizou um local de trabalho para toda a equipe de
comunicação chamada de ASCOM, a qual a empresa citada funcionava
diariamente, estando o mesmo local funcionando até os dias atuais, e
está disponível para qualquer cidadão que queira visitar.
Ainda
se tratando da Empresa Rilmara Galvão a qual foi exposta de forma
desrespeitosa, esta mesma Empresa citada pelo vereador, prestou serviços
de Assessoria de Comunicação durante dois anos a Câmara Municipal de
Itaporanga com o mesmo CNPJ e nas mesmas condições, recebendo o
equivalente a 1.100,00 mensalmente.
Segundo
a proprietária da Empresa a Jornalista Rilmara Galvão, pessoa integra
de um profissionalismo incomparável, no ano de 2009 quando concluirá o
seu Curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, decidiu
abrir sua própria empresa de comunicação, e assim o fez, sendo ela já
proprietária de um motel na cidade, consultou sua contadora e fez-se
necessário usar o seu endereço residencial para abertura da empresa e
como sua residência fica nas dependências do Stylus Motel, a mesma não
poderia usar outro endereço a não ser o seu de origem, constando assim
nome da Empresa e local residencial. “Fico indignada com tamanha
covardia, sempre fui bem intencionada, fiz meu trabalho correto e por um
valor normal e estou tranquila para responder e prestar esclarecimentos
ao Ministério Público ou a quem quer que seja, não tenho nem palavras,
só vejo maldade em tudo isso já que o foco do vereador é outro, mas tem
coisas mais importantes para o vereador se preocupar”, desabafou
Rilmara.
No
próprio site da Receita Federal diz que não há nenhum impedimento
ligado à questão do empresário ter o seu empreendimento situado em sua
residência, é apenas preciso que tudo esteja na regularidade exigida
pela Receita Federal.
Fonte: A matéria acima é de total responsabilidade da Assessoria

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