Há
pelo menos dois anos, Itaporanga precisa ampliar o seu cemitério, que
não dispõe mais de espaço para novos sepultamentos, um problema que vem
causando constrangimento aos familiares dos falecidos. Para que os
corpos dos itaporanguenses não tenham que ser sepultados em outras
cidades, covas estão sendo improvisadas entre túmulos já existentes, o
que não é ideal por comprometer a organização estrutural e a estética do
cemitério, mas necessário no momento por não haver outro jeito.
O cemitério é de responsabilidade da Prefeitura e precisa
urgentemente ser ampliado, no entanto, nada foi feito nos últimos anos,
agravando o problema. “Uma pessoa morre e é a maior dificuldade para
conseguir um espaço para ser sepultada, e fica umas covas quase em cima
das outras”, lamentou um cidadão local que recentemente sepultou um ente
querido.
Os coveiros também estão preocupados com a falta de espaço no cemitério.
São eles que precisam quebrar a cabeça em busca de um pedaço qualquer
de chão quando morre alguém na cidade, e os enterros são quase que
diariamente em Itaporanga. Eles também temem ficar sem trabalho.
Se hoje a maior cidade do Vale já depende de Pedra Branca para manter
seu comércio de carne, uma vez que está há quase dois anos sem
matadouro, poderá depender também de outras cidades para enterrar seus
mortos se nada for feito nos próximos meses.
Folha do Vale
Nenhum comentário:
Postar um comentário
ATENÇÃO! Regras de comentários:
1– Poderão ser recusados os comentários anônimos ou assinados com e-mail falso;
2 – Serão, automaticamente descartados os comentários que contenham insultos, agressões, ofensas e palavras inadequadas.
3 – Serão excluídos, igualmente, comentários que contenham material publicitário, ou propaganda político-partidária. Que tratem de temas alheios aos abordados no contexto da matéria comentada;
4 - Os comentários publicados poderão ser retirados a qualquer tempo, em caso denúncia de violação de alguma das regras acima estabelecidas.