Patrick Morgan, de 50 anos, é faxineiro no aeroporto de
Hollywood-Fort Lauderdale, nos EUA. Um belo dia, ele estava recolhendo o
lixo do terminal e, num canto, encontrou um iPad e um envelope cheio de
dinheiro. Nem quis saber qual era a quantia e foi logo entregar tudo à
administração.
“Este é o tipo de pessoa que sou e é o tipo de pessoa que esperam de mim no trabalho”, disse ele ao The Miami Herald.
Na volta, encontrou o dono do aparelho, desesperado procurando por um
iPad. “Eu disse: ‘Não se preocupe. Estamos com ele.” O faxineiro não
pediu nada em troca, mas o dono, agradecido, deu R$ 120 como
gratificação.
Já que o dinheiro tinha vindo do nada, ele ainda resolveu ajudar quem
precisa mais do que ele. Primeiro, deu R$ 80 a uma sem-teto que dorme
no aeroporto. Depois, os outros R$ 40 a um colega que estava precisando.
Pela honestidade, Patrick foi homenageado no trabalho. Ganhou uma
placa e um salário extra. “É ótimo saber que você tem funcionários tão
honestos e com tanta integridade”, diz o chefe do faxineiro, Mark
Klein.
Estadão.com Foto: Reprodução/NBC/
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