Quem melhor para sacar que um morto não está exatamente morto que seu próprio patrão?
Foi isso que aconteceu com Brighton Dama Zanthe, de 34 anos, no Zimbábue.
Zanthe, que já vinha passando mal há algum tempo, deu seu suposto "último suspiro" no domingo (05/05).
No dia seguinte, ele foi acondicionado em um caixão para que seus amigos mais próximos pudessem se despedir.
Na fila para o último adeus, Lot Gaka, patrão de Zanthe em uma transportadora, notou que o defunto estava mexendo seus pés e, sem pensar duas vezes, chamou uma ambulância.
Foi isso que aconteceu com Brighton Dama Zanthe, de 34 anos, no Zimbábue.
Zanthe, que já vinha passando mal há algum tempo, deu seu suposto "último suspiro" no domingo (05/05).
No dia seguinte, ele foi acondicionado em um caixão para que seus amigos mais próximos pudessem se despedir.
Na fila para o último adeus, Lot Gaka, patrão de Zanthe em uma transportadora, notou que o defunto estava mexendo seus pés e, sem pensar duas vezes, chamou uma ambulância.
— Eu fui o
primeiro a notar que as pernas de Zanthe estavam se mexando enquanto eu
estava na fila para ver seu corpo. Aquilo me deixou chocado. Nós
chamamos uma ambulância imediatamente. Foi um milagre e as pessoas ainda
não acreditam no que aconteceu.
O "morto"
contou para o jornal The Chronicle que não se lembra de como foi que
"morreu" nem de como voltou à vida. Sua memória só foi plenamente
reestabelecida quando ele acordou no hospital da cidade de Gweru onde
ficou internado até quinta passada, quando recebeu alta.
— A única coisa
que posso confirmar é que as pessoas se reuniram em minha casa para me
velar, mas me foi concedida outra oportunidade e estou vivo. Agora me
sinto bem.
R7

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