O parlamentar disse que respeita a decisão do STF, mas discorda da iniciativa de rever a pena de nomes da alta cúpula do PT como o ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP).
-Infelizmente venceu a impunidade. Respeito a
decisão dos seis ministros do STF, mas julgo lamentável essa iniciativa
de rever a pena dos condenados. A sociedade brasileira, que tanto cobra
o fim da impunidade, assistiu hoje mais um capítulo dessa novela
jurídica chamada mensalão que se arrasta há anos, afirmou Ruy.
A
votação sobre a aceitação dos novos recursos foi polêmica, como o
placar apertado indica. Nas últimas sessões, os ministros Gilmar Mendes e
Marco Aurélio Mello fizeram discursos inflamados no qual apontaram que o
STF estava "a um passo" de perder a credibilidade ganha com as duras
condenações de autoridades e empresários durante o julgamento no ano
passado, cessando um ciclo de impunidade.
Neste entendimento, ele foi seguido por Luiz Fux, Cármen
Lúcia, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello. Mas o restante da corte
entende que os embargos são aceitáveis porque o antigo regimento interno
do STF os admitia também em ações penais originárias no próprio
tribunal. Votaram neste sentido, além de Celso de Mello, Luís Roberto
Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Dias Toffoli, e Ricardo Lewandowski.
Fonte: Assessoria
Com informações: Folha de SP
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